• Stéfano Squerline

O FILHOTE E A MATILHA


A busca de um posicionamento hierárquico do cão numa matilha é instintiva. Mesmo

sendo filhote, este busca uma determinada posição em seu novo lar e, para tal usa dos

artifícios que conhece, seus impulsos. Se ele tenta rasgar uma roupa no varal e tá tudo bem, excelente, ele já sabe que é dono do pátio (mas nem por isso se justifica atitudes de violência com o cão).


Mas se por algum motivo aquele ato teve alguma consequência desagradável, e esta foi vinculada a aquela, nunca mais brincará com a roupa do varal. Este princípio se aplica com o cãozinho que inocentemente dorme no sofá ou na cama e quando finalmente colocamos ele para fora, afinal ele já cresceu, temos uma péssima experiência... E quando resolvemos nos aproximar do cão enquanto ele come e tomamos uma mordida...


Primeiro, ninguém gosta de ser incomodado enquanto come e depois, se ele morde é porque na infância alguém tomou a comida dele ou o molestou enquanto comia. O cão tem a família como uma matilha, se não aparecer quem o lidere, ele o fará com a família. Se observarmos com mais um pouco de atenção, a cadela tem uma maneira diferente de se impor à família, assim como os cães de pequeno porte, é preciso alguma curiosidade e observação sobre nosso mascote afim de entender o que ele tem assimilado como sendo parte ou não de uma matilha, quem manda e quem obedece, quem dorme na cama e quem dorme no tapete.

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